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Designer: a profissão que dá vida as ideias

Designer: a profissão que dá vida as ideias


Dia 27 de abril é comemorado o dia mundial do design, a data foi escolhida a partir de 1995 pela International Council of Design, para comemorar a fundação da instituição em 1963.

O design sempre foi de importância fundamental para a sociedade, pois, ao mesmo tempo que demanda criatividade e inovação, conforme a competitividade no mercado, também se faz necessário considerar questões sociais, ambientais, entre outras, para atingir o público.

Todo designer tem o costume de sempre observar o mundo e os detalhes. Pois, apenas através de sua visão e empatia, será possível entender a melhor maneira de transmitir sua mensagem. A seguir, confira algumas dicas para você que tem interesse em ser um designer:

  1. Seja curioso e busque ter uma visão crítica/analítica das coisas; 
  2. Cursos de especialização ajudam muito, mas ter uma boa formação acadêmica também é importante; 
  3. Entenda que a área exige sua criatividade, então pratique-a;
  4. Visite diversos tipos de exposição de arte, fotografia, decoração
  5. Faça essa escolha com amor! 

Para homenagear os profissionais da área, decidimos conversar com nossos dois astros do design aqui da ZAHG, Douglas Souza e Raquel Serafim. A seguir você vai saber um pouco mais sobre a paixão deles pelo design, além de vivências e histórias na área.

 

A quanto tempo estão na área e o que fazem na ZAHG?

Raquel: Eu sou designer há mais de 20 anos, optei pela área por sempre ter tido um envolvimento artístico de certa forma. Gostava de desenhar, estudar música, ler livros, queria muito paginar livros. Meu primeiro estágio foi em uma editora, paginando revistas, newsletters, pequenas publicações e cartazes, sem contar que era em uma época que a internet estava começando.

A oportunidade de trabalhar na ZAHG surgiu em 2018, e eu embarquei nessa leva digital. Comecei a trabalhar com redes sociais, foi um trabalho bem novo, bem legal. Entrando no que eu faço aqui, no departamento de produção eu faço o conteúdo de redes sociais, artes para feed, story, vídeos e algumas animações. Também faço a parte de campanhas, desdobramento de peças para display, native, programática e mobile. O grande desafio é pegar um KV que foi pensado para um meio de comunicação offline e transformar em peças diferentes e menores.

 

Douglas: Eu tinha a total intenção de trabalhar na área de informática, amo montagem e manutenção de computadores e fui fazer um curso técnico sobre. Passei pelo design e diagramação sem me atentar muito, meu foco era informática. Quando surgiu uma oportunidade de estágio na área de design, pensei “se não surgir nada na área de T.I, sigo no design”, foi aí que descobri minha vocação.

Eu sou designer desde 2003, completando aí 20 anos de profissão. Comecei como estagiário no jornal de Mogi das Cruzes, o MogiNews onde conheci a Tatiana Abreu, inclusive ela que me ensinou tudo o que sei hoje.

Trabalhei em editoras, agências e uma multinacional aqui de Mogi (JSL) na área de marketing. Depois acabei voltando para área de jornal, onde fiquei por três anos até ter uma oportunidade na ZAHG.

Na ZAHG eu sou responsável pelas produções de peças para clientes. Na parte da produção, quando necessário eu ajudo a Raquel na parte de conteúdo de redes sociais e vice-versa.
 

Quais são suas fontes de inspiração?

Raquel: Eu vejo que grandes criadores me inspiram, como Leonardo Da Vinci, Michelangelo, até mesmo mais recente o Steve Jobs, ele tinha insights muito interessantes para criar um produto com uma cara que agrada o público. E geralmente eu busco visitar muitas exposições, para ter insights e informações também. 

São coisas que inspiram um designer, afinal trabalhamos com criatividade. Temos que ter uma leitura muito clara do que precisamos falar e falar de uma maneira que converse com a imagem. 

Douglas: O lance de inspiração para mim, está em tudo, principalmente na música. Hoje eu falo que minhas inspirações estão nos nomes das grandes personalidades pretas, tipo irmãos Rebouças, Machado de Assis, Luiz Gama e Sabotagem. Não sou um cara muito atento à arte, como pintores, construtores, apenas os irmãos Rebouças que fui buscar a história deles e ver o quanto foram importantes. Quando vou buscar inspirações geralmente vou para a área da música mesmo, muitas coisas me inspiram até mesmo pessoas falando na rua, às vezes, paro e penso “como ficaria o que aquela pessoa falou em uma imagem”, é como eu consigo chegar em algo.

E então, curtiu esse passeio pela área do design? Fala um pouquinho sobre o que achou e o que te inspira, aqui embaixo!

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