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Será que o #Publi é a solução para a sua marca?

Será que o #Publi é a solução para a sua marca?

No mar do marketing digital, onde existem muitos conteúdos “fixos ou voláteis” que se dissipam em até 24h como o Instagram, Twitter, Facebook e por aí vai, é possível mensurar de diversas formas que o conhecimento de marca e investir tempo em geração de conteúdo é determinante para melhorar os resultados.

Quando se pensa em conteúdo de imediato, pensa-se em contratar um influenciador daquele nicho, ou daquela região de atuação, ou pessoas que aspiram aquele produto/marca e experiência, certo? Afinal, quanto mais pessoas souberem sobre a minha empresa e o que ofereço, mais resultado terei para a minha marca.

É isso que queremos? Sim! Com influencers, vou atingir o que quero? Sim ou não?!

 

Você acredita que o #publi é uma fórmula infalível de resultados?


Na minha perspectiva, não existe uma receita de bolo quando o assunto é conteúdo relevante e não existem ações únicas que solucionam “tudo em um único post”. Em contrapartida, vejo que tem ingredientes que são pouco usados, são tão efetivos quanto e vão te custar menos que um #publi com aquela blogueira super famosa.

Uma estratégia nada nova, mas recém-renomeada é o employee influence. Como o próprio nome traduzido diz, os seus próprios funcionários influenciam pessoas a conhecer qualquer coisa que aquela empresa ofereça e com a máxima propriedade que cada empregado tem. Pesquisas afirmam que 53% dos clientes veem os funcionários como a fonte mais confiável para aprender sobre a empresa (e eu concordo).

Benéfica para ambos os lados: o do empregador e do empregado

O empregador reduz seus custos com marketing de influência e altos custos para que um terceiro fale sobre a empresa e reimplementa esses custos nos próprios funcionários que recebem renda extra para falar sobre uma nova loja, produzir um vídeo/podcast e influenciar mais pessoas para comprarem, conhecerem um lançamento e até mostrar detalhes do como é a experiência de trabalhar ali. E claro, o melhor de tudo é a aproximação de forma humana com pessoas reais e descontraída, com menos “cara de publicidade” e sendo citada em diferentes canais.

Em paralelo, para os funcionários, é uma forma de desenvolver melhor os seus perfis pessoais e de criadores de conteúdo. Assim, eles se sentem mais próximos da empresa, melhorando ainda mais o senso de pertencimento e inspiram pessoas a quererem consumir o mesmo que eles. E com o estímulo de  ganhar uma renda extra já que gostar de onde você trabalha é importante, mas renda extra sempre ajuda a pagar os boletos né?

Mas isso funciona a favor da marca?

Sim! Um exemplo de case de sucesso é o Dunkin Donuts, famosa rede de cafeterias, que - ao invés de proibir o uso de celulares - implementou a estratégia em seu benefício. Os funcionários usaram suas contas pessoais do TikTok para falar de lançamentos de bebidas oferecidas no café, novos sabores de donuts e até momentos da rotina descontraída do trabalho, que fizeram os números de currículos enviados para  empresa aumentarem e muito! O alcance dos funcionários em relação ao perfil oficial da Dunkin foi 561% maior com o MESMO CONTEÚDO em perfis diferentes.

Existe uma validação do conteúdo dos funcionários?

Não! E pode causar uma reação para a marca que não seja tão positiva. Por esse motivo, o monitoramento constante é uma chave primordial para avaliar os resultados e poder controlar alguma possível crise de forma ágil e, claro, evitar o uso do conteúdo como efeito rebote para a marca, como por exemplo, punir um funcionário que mostrou uma fraqueza da empresa. Quanto mais instruídos das estratégias já usadas nos canais oficiais forem os funcionários, melhor a estratégia tende a ser a médio prazo com um toque único de criatividade de cada empregado.

Me conta: Você achou uma boa ideia? Você já faz ou faria uma ação desse tipo com seus funcionários?


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Referências 

ZAHG Academy
Patricia Perressim
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Supervisora de operações na Zahg, leonina, viciada em séries e tecnologia e que não toma café!

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